Os números não eram tão ruins nas negociações salariais desde 2004, quando essa variação ficou positiva em 0,61%, segundo dados revelados ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Somente 52% dos reajustes tiveram ganho real.
Dos três setores pesquisados no balanço, incluindo 708 empresas, os trabalhadores da indústria continuaram os mais prejudicados. Apenas 45% dos salários foram corrigidos acima dos 11,28% registrados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Já entre os empregados no comércio, 53% das negociações resultaram em ganhos reais, o mesmo resultado obtido por 62% das categorias do setor de serviços.
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