A conjuntura de retração econômica somada a inexistência de lançamentos imobiliários e de grandes obras estruturantes – à exemplo do que foi visto até o início de 2014 – são apontadas como as principais causas para as sucessivas perdas. A crise da construção civil repercute em outros segmentos da indústria potiguar, alerta o economista e superintendente regional do IBGE no RN, Aldemir Freire, que atuam de forma integrada: como a ceramista (tijolos e telhas), de cimento e agregados (concreto).
Crise: Construção Civil demitiu 500 funcionários por mês com carteiras assinadas no RN em 2015
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